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quinta-feira, 6 de março de 2014

Orações para Bobby

Sabe aquele tipo de filme que todos comentam, mas você nunca teve coragem de assistir, mas depois que assiste se pergunta o porquê não viu antes? “Orações para Bobby” entrou nessa minha lista. Aconselho a todos que desejam entender um pouco minha realidade a ver este filme.
Acredito que muito de mim, do que passei internamente, foi vivido nesse longa metragem. Tirando a parte que ele desiste de si mesmo, entretanto os dramas em família e principalmente a respeito da espiritualidade e de sentir Deus dentro de mim são completamente semelhantes e reais. Vivenciei muitos dilemas do amor de Deus por mim. Quantas madrugadas chorando, pedindo respostas. Quantas pesquisas e estudos para entender as escrituras sagradas. Quantas vigílias fiz com o Novo Altar pedindo forças pra resistir a "tentação". Lutas internas comigo e Deus. Coisas que só quem sabe é quem passa, quem vivencia. Hoje aprendi a me amar e sei que sou perfeito como Deus me fez. Simples assim! E sempre que me perguntam com estou eu respondo que nunca me senti tão completo. Era a parte do meu quebra cabeça que faltava. Eu me aceitar do jeito que Deus me criou.
Como diz a canção da Lady Gaga: “Deus não comete erros. Estou no caminho certo, querido! Eu nasci desse jeito.”


(Texto escrito em 06/março/2014)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

"Aff, mais um"

Mett The Spartans é mais um besterol lançado esse ano, a comédia que satiriza o filme 300 tem data marcada para estrear no Brasil, dia 04 de abril, com o nome de "Espartalhões".

A comédia segui o mesmo formato dos outros filmes dos diretores Jason Friedberg e Aaron Seltzer (Deu a Louca em Hollywood e a "Trilogia", de 4, de Todo Mundo em Pânico).

Com a mesma equipe de Todo Mundo em Pânico e Deu a Louca em Hollywood, o filme satiriza personagens de Homem-Aranha 3, Motoqueiro Fantasma, Transformers , Shrek 3 e alguns dos reality show’s dos EUA que fazem sucesso.

Estão no elenco Ken Davitian (Borat), Carmen Electra (Todo Mundo em Pânico 4), Jim Piddock (O Grande Truque), Greg Ellis (A Lenda de Beowulf), Martin Klebba (Piratas do Caribe 3: No Fim do Mundo) e Kevin Sorbo (do seriado Hércules).

Como sou VICIADO em besterol já assisti o filme e confesso que a produção não me surpreendeu, mas existem algumas cenas que valem a pena rir, como a dos comprimentos Spartanos e a de Algelina beijando o garoto perfeito de Sparta

"se os defeitos eram encontrados
o bebê era rejeitado
e se o bebê fosse o que esperavam...
Angelina era sua primeira mamada"

Pra quem gosta de besterol, vale a pena assistir!!!


Veja o Trailer

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Lisbela e o Prisioneiro

Título Original: Lisbela e o Prisioneiro

Gênero: Comédia Romântica

Origem/Ano: BRA/2003

Duração: 106 min

Direção: Guel Arraes

Elenco:

Sem dúvida nenhuma , um dos melhores filmes nacionais que já assisti. LISBELA E O PRISIONEIRO é uma comédia romântica que conta a história divertida do malandro, aventureiro e conquistador Leléu (Selton Mello), e da mocinha sonhadora Lisbela (Débora Falabella), que adora ver filmes americanos e sonha com os heróis do cinema.

Lisbela está noiva e de casamento marcado, quando Leléu chega à cidade. O casal se encanta e passa a viver uma história cheia de personagens tirados do cenário nordestino: Inaura, uma mulher casada e sedutora (Virginia Cavendish) que tenta atrair o herói; um marido valentão e "matador", Frederico Evandro (Marco Nanini); um pai severo e chefe de polícia, Tenente Guedes (André Mattos); um pernambucano com sotaque carioca, Douglas (Bruno Garcia), visto sob o prisma do humor regional; e um "cabo de destacamento", Cabo Citonho (Tadeu Mello), que
é suficientemente astuto para satisfazer os seus apetites.

Lisbela e o prisioneiro foi o primeiro longa-metragem do diretor Guel Arraes feito especificamente para o cinema. Seus filmes anteriores, O Auto da Compadecida e Caramuru - A Invenção do Brasil, eram adaptações de minisséries exibidas pela Rede Globo. Foi o sétimo filme mais visto em 2003 no Brasil, tendo levado 3.146.461 pessoas aos cinemas, e a música tema é interpretada por Caetano Veloso.

Parte do roteiro do filme... quando Leléu encontra Lisbela pela primeira vez.

Lisbela: Eu sabia que era você.
Leléu: A melhor parte foi sumir com todo mundo.
Lisbela: Como é que faz a transformação?
Leléu: Eu vou lhe mostrar. A gente monta essa caixa preta em forma de L com esse vidro aqui no meio. Agora a senhora fique bem paradinha aí do seu lado que eu vou pro meu aqui vestido de macaco. Se eu apago a luz da senhora, e deixo só a minha aqui acesa, o povo só vê o macaco refletido ali no vidro, mas quando é ao contrário, só se vê a senhora. Conforme eu vou apagando a luz do seu lado, e aumentando aqui o meu, a minha imagem vai refletindo por cima da sua, que agora já vai sumindo assim bem devagarzinho. É como se a senhora se transformasse em gorila.
Lisbela: Como uma máquina do tempo. Fazendo a gente virar o que foi a milhares de anos atrás.
Leléu: Mas pode funcionar também como uma máquina do amor.
Lisbela: E existe lá máquina pra isso?
Leléu: Quando a gente ama uma pessoa, o que a gente mais quer nesse mundo?
Lisbela: Ah, é ficar bem juntinho.
Leléu: Pronto. Tão juntinho, tão juntinho, que como diz o poeta: 'Transforma-se o amador na coisa amada, por virtude do muito imaginar, não tem o algo mais que desejar, pois já tenho em mim a parte desejada. '
Lisbela: Achei mais bonita ainda essa máquina do amor.
Leléu: Pois então fique bem quietinha, e feche os olhos, que vou lhe mostrar como funciona a máquina do desejo. Eita cadê?
Lisbela: É que eu liguei a máquina da ilusão.